Nos caminhos da vida , muitas vezes nos encontramos perdidos, mas há algo lá no íntimo que nos diz: SIGA A LUZ, mesmo que ñ possamos vê-la, sabemos q ela existe. Aqui estou eu seguindo a luz, sem saber aonde ela pode me levar...
domingo, 26 de dezembro de 2010
Paz...
De um momento a outro tudo muda...
Da angústia ao alívio.
Da lágrima ao sorriso.
Do silêncio a fala.
Do tédio a ação.
Da solidão a comunhão.
Logo, a tristeza já ficou pra trás.
Me percebo, tranquilo.
Me encontro, nas inúmeras contramãos.
Me resgato vivo
Um pouco amassado, surrado...
mas inteiro.
Viver... redemoinho de razões e emoções.
De um momento a outro tudo muda...
Da angústia ao alívio.
Da lágrima ao sorriso.
Do silêncio a fala.
Do tédio a ação.
Da solidão a comunhão.
Logo, a tristeza já ficou pra trás.
Me percebo, tranquilo.
Me encontro, nas inúmeras contramãos.
Me resgato vivo
Um pouco amassado, surrado...
mas inteiro.
Viver... redemoinho de razões e emoções.
sábado, 25 de dezembro de 2010
Tristeza...
Lá estava ela acampada em minha porta...
dessa vez vinha c intenção de ficar.
Por conhecê-la há tempos, sabia
q ñ iria desistir de seu intuito.
Respirei fundo, abri a porta e fui logo lhe dizendo q estava de saída.
Ela se assustou, nunca me vira tão decidido.
Se encontrava maquiada, bem cuidada, bem vestida...
posso dizer q exibia certa beleza, nunca a vira assim antes.
Talvez quisesse me impressionar.
Sempre cheia de artimanhas... chegava sutilmente e como num
passe de mágica, se transformava, tomava conta de todos os espaços
sobrando-me apenas o sótão.
Dessa vez não, perdi a vocação de ser refém.
Dei-lhe o braço e a convidei a dar um passeio...
ela ñ teve como recusar.
Caminhamos em silêncio, me olhava c uma expressão incrédula.
Sabia que em breve se cansaria. Dito e feito.
Sentou-se no banco da praça arfando, e assim nos despedimos.
Eu, com a certeza da demora de sua volta.
Ela com um saudosismo no olhar.
Lá estava ela acampada em minha porta...
dessa vez vinha c intenção de ficar.
Por conhecê-la há tempos, sabia
q ñ iria desistir de seu intuito.
Respirei fundo, abri a porta e fui logo lhe dizendo q estava de saída.
Ela se assustou, nunca me vira tão decidido.
Se encontrava maquiada, bem cuidada, bem vestida...
posso dizer q exibia certa beleza, nunca a vira assim antes.
Talvez quisesse me impressionar.
Sempre cheia de artimanhas... chegava sutilmente e como num
passe de mágica, se transformava, tomava conta de todos os espaços
sobrando-me apenas o sótão.
Dessa vez não, perdi a vocação de ser refém.
Dei-lhe o braço e a convidei a dar um passeio...
ela ñ teve como recusar.
Caminhamos em silêncio, me olhava c uma expressão incrédula.
Sabia que em breve se cansaria. Dito e feito.
Sentou-se no banco da praça arfando, e assim nos despedimos.
Eu, com a certeza da demora de sua volta.
Ela com um saudosismo no olhar.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
domingo, 19 de dezembro de 2010
Tentação...
Sigo solto, livre...
ainda envolto em encantamento.
Experimentando a leveza dos sentidos.
Qdo ela surge, meio q do acaso
disfarçada de anjo...
jeito de menina, desejos de mulher.
Rodopia, desfilando sedução.
A carne macia, anseia ser tocada...
a boca implora ser sugada
Me esquivo, me seguro.
Viver implica em ser testado...
Confrontar emoção com libido.
Será q resistirei?
Sigo solto, livre...
ainda envolto em encantamento.
Experimentando a leveza dos sentidos.
Qdo ela surge, meio q do acaso
disfarçada de anjo...
jeito de menina, desejos de mulher.
Rodopia, desfilando sedução.
A carne macia, anseia ser tocada...
a boca implora ser sugada
Me esquivo, me seguro.
Viver implica em ser testado...
Confrontar emoção com libido.
Será q resistirei?
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
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