sábado, 23 de julho de 2011

Trabalho

De súbito os olhos se abrem
segue o bocejo, a preguiça matinal.
Leva a mão ao rosto, coça a cabeça.
Ri, incrédulo... hora de levantar.
Mais um dia começa.
De um salto, se põe de pé.
Café, roupa, dentes, cabelo.
Uma piscadinha pro espelho.
Chave na mão, abre o portão.
Pessoas vêm e vão.
Respira a natureza e tem uma certeza,
voa... que hoje não dá pra se atrasar.

Um comentário:

  1. Boa, Cris! Como conseguiste transforma a rotina em poesia? Ficou muito bom!

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