Restaurada
Olhos cerrados.
Deitada ergue os braços,
ondas de energia percorrem seu corpo.
Percebe que não se encontra só.
Mãos suaves tocam suas mãos.
Uma paz celestial lhe invade.
Num segundo é transportada a um campo iluminado.
Uma voz angelical sussurra palavras de esperança.
Embalada num sorriso, abre os olhos.
O pensamento divaga, terá sido um sonho?
Porém, aquela sensação de proteção permanece.
E ela não pode negar,
se sente renovada para lutar.
Nos caminhos da vida , muitas vezes nos encontramos perdidos, mas há algo lá no íntimo que nos diz: SIGA A LUZ, mesmo que ñ possamos vê-la, sabemos q ela existe. Aqui estou eu seguindo a luz, sem saber aonde ela pode me levar...
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Cenas
No grande teatro, abrem-se as cortinas...
Vida e morte se confrontam.
A primeira desliza suave, mostra seus encantos,
abre um largo sorriso, contagia os espectadores.
A segunda se apresenta sorrateira, tímida, por vezes intempestiva,
o público a teme, por isso a respeitam.
A grande maioria deseja ardentemente a vida como vitoriosa, mas
não se deixam enganar.
Em dado momento elas se abraçam e por um minuto se fundem
num balé ritmado, levando a platéia ao delírio.
Exaustas viram-se e, sem despedir caminham cada uma
para um lado, cientes de terem desempenhado bem o seu papel.
Sabem que não existem vitoriosos, e que se encontraram
muitas e muitas vezes, simplesmente pelo sabor do espetáculo.
No grande teatro, abrem-se as cortinas...
Vida e morte se confrontam.
A primeira desliza suave, mostra seus encantos,
abre um largo sorriso, contagia os espectadores.
A segunda se apresenta sorrateira, tímida, por vezes intempestiva,
o público a teme, por isso a respeitam.
A grande maioria deseja ardentemente a vida como vitoriosa, mas
não se deixam enganar.
Em dado momento elas se abraçam e por um minuto se fundem
num balé ritmado, levando a platéia ao delírio.
Exaustas viram-se e, sem despedir caminham cada uma
para um lado, cientes de terem desempenhado bem o seu papel.
Sabem que não existem vitoriosos, e que se encontraram
muitas e muitas vezes, simplesmente pelo sabor do espetáculo.
sábado, 23 de julho de 2011
Trabalho
De súbito os olhos se abrem
segue o bocejo, a preguiça matinal.
Leva a mão ao rosto, coça a cabeça.
Ri, incrédulo... hora de levantar.
Mais um dia começa.
De um salto, se põe de pé.
Café, roupa, dentes, cabelo.
Uma piscadinha pro espelho.
Chave na mão, abre o portão.
Pessoas vêm e vão.
Respira a natureza e tem uma certeza,
voa... que hoje não dá pra se atrasar.
De súbito os olhos se abrem
segue o bocejo, a preguiça matinal.
Leva a mão ao rosto, coça a cabeça.
Ri, incrédulo... hora de levantar.
Mais um dia começa.
De um salto, se põe de pé.
Café, roupa, dentes, cabelo.
Uma piscadinha pro espelho.
Chave na mão, abre o portão.
Pessoas vêm e vão.
Respira a natureza e tem uma certeza,
voa... que hoje não dá pra se atrasar.
sábado, 16 de julho de 2011
4:22 hs
Noite fria, debaixo do edredon, podia sentir
suas mãos suadas lhe tocando..
Despertara assim, um leve sorriso percorreu
seus lábios, ao recordar a noite passada.
Sentia sede.
Delicadamente levantou, evitando fazer qualquer tipo de barulho.
Atravessou o quarto em meio a escuridão,
sorveu em pequenos goles,
a água doce q parecia um líquido mágico.
Em fração de segundos muitos pensamentos povoaram sua mente,
entre eles a lembrança de tempos passados,
onde a solidão era sua companheira.
Sacudiu a cabeça como querendo afastar tais lembranças.
Fez o caminho de volta. Sua amada dormia serena.
Aninhou-se, colocando a mão em seu seio,
beijou suavemente seus lábios,
pronunciou algumas palavras em forma de oração,
agradecendo a Deus por ter colocado em seu caminho,
tão admirável mulher.
Respirou a paz, voltou a dormir, feliz.
Noite fria, debaixo do edredon, podia sentir
suas mãos suadas lhe tocando..
Despertara assim, um leve sorriso percorreu
seus lábios, ao recordar a noite passada.
Sentia sede.
Delicadamente levantou, evitando fazer qualquer tipo de barulho.
Atravessou o quarto em meio a escuridão,
sorveu em pequenos goles,
a água doce q parecia um líquido mágico.
Em fração de segundos muitos pensamentos povoaram sua mente,
entre eles a lembrança de tempos passados,
onde a solidão era sua companheira.
Sacudiu a cabeça como querendo afastar tais lembranças.
Fez o caminho de volta. Sua amada dormia serena.
Aninhou-se, colocando a mão em seu seio,
beijou suavemente seus lábios,
pronunciou algumas palavras em forma de oração,
agradecendo a Deus por ter colocado em seu caminho,
tão admirável mulher.
Respirou a paz, voltou a dormir, feliz.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Leveza
De repente compreendeu que não precisava mais de refúgio.
Passou a amar sem distinção.
Sem exigir retribuição..
Trazia enfim, no peito
uma paz jamais sentida.
E quando a noite chega, fecha os olhos
e sorri, aquele sorriso de menina.
Pensa nas maravilhas
que pode realizar com alguns pequenos gestos.
Não espera glórias, nem aplausos.
Hoje só faz agradecer,
carrega na alma a satisfação de ser livre.
A liberdade que só tem,
quem não guarda medos
nem segredos.
De repente compreendeu que não precisava mais de refúgio.
Passou a amar sem distinção.
Sem exigir retribuição..
Trazia enfim, no peito
uma paz jamais sentida.
E quando a noite chega, fecha os olhos
e sorri, aquele sorriso de menina.
Pensa nas maravilhas
que pode realizar com alguns pequenos gestos.
Não espera glórias, nem aplausos.
Hoje só faz agradecer,
carrega na alma a satisfação de ser livre.
A liberdade que só tem,
quem não guarda medos
nem segredos.
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